O Jogador e a Filha do Diabo

Conto de Fadas Galego

Duma vez era um homem que tinha grande fortuna mas, como era muito jogador, perdeu tudo e, quando só lhe restava em casa mil pesetas, foi e disse para si mesmo:

-Pois, para mil pesetas que me restam, jogo-as também pra ver se ganho outras mil.

E as perdeu assim como as outras.

O homem, tão relaxado como estava, foi e pediu a Deus que lhe aparecesse o diabo e

lhe desse um baralho para ganhar sempre com ele. O diabo presenteou-lhe e disse:

-Toma este baralho e vai jogar, que sempre que jogue, você vai ganhar. Só ao final de cinco anos você tem que me fazer uma visita.

Ao final dos cinco anos, o homem, com muita pena, foi a caminho para fazer a visita ao diabo, e ia chorando.

E foi então e encontrou uma senhora e conversaram:

-Para onde vai que tanto chora?

-E não vou chorar, se vendi minha alma para o diabo e agora vou entregá-la!

E disse a senhora:

-No seu caminho vai encontrar um rio, e ao rio, vão chegar quatro pombas que se despirão das suas plumas. São quatro moças que se vão banhar no rio. Preste atenção na mais branca e , quando estejam todas na água, vai e pegue suas roupas, esconda-as e não devolva até que fujam as três outras irmãs. Aconteceu tal como a senhora disse e, quando fugiram as outras três irmãs, a que restou disse ao jogador:

-Devolva a minha roupa!

-Se não me livra de dar a alma ao diabo, não a dou!

-Devolva, que vou te livrar de qualquer promessa que você fez!

Depois foi ele até o diabo, que lhe falou:

-Se fizer três coisas que te mande, fica livre. A primeira é ir plantar uma vinha, colher em seguida as uvas e me trazer o vinho para o almoço das doze.

O jogador foi chorando até a moça, que se chamava Blancaflor, e contou-lhe o que passava. Ela disse:

-Vai dormir e não pense nisso.

Nem bem adormeceu, despertou-lhe Blancaflor, que disse:

-Toma o vinho e leva até o diabo

O diabo viu o vinho e ameaçou o jogador:

-Desta você se livrou, vamos ver como se livra da outra. Agora mesmo vai plantar o trigo, regar, colher e me trazer o pão para o almoço das doze.

O jogador foi chorando até Blancaflor, que lhe disse:

– Deite, durma e espere.

E dali a pouco veio com o pão e o homem levou-o ao diabo.

O diabo olhou para o pão e falou:

– Desta vez também se livrou, mas vamos ver como vai se livrar da terceira! Você vai até o fundo do mar para trazer o anel da minha tataravó!

O jogador voltou chorando até Blancaflor. Ela disse:

– Pegue esta bacia, me corte em talhes e me jogue no mar. Tenha cuidado depois, quando voltar para a superfície. Se eu te chamar três vezes e você não me responder, estamos os dois perdidos!

Ele fez como ela ordenou e quando voltou para a superfície, seus dois primeiros berros não respondeu, só lhe respondeu o terceiro.

Ela disse:

-Pensei que você tivesse dormido! Pegue o anel e leve para o diabo!

O diabo olhou para o anel e disse:

-O que te salvou foi Blancaflor, que é minha filha.

E ficou resmungando.

Mas o jogador e a Blancaflor decidiram se casar e dormir juntos naquela mesma noite. E o diabo, quando soube, pensou em matar os dois. Mas como Blancaflor adivinhou, encheu de cuspe o quarto em que ia se deitar com seu moço. E ela e seu moço fugiram.

Chegando a noite, o diabo falava com Blancaflor e o cuspe lhe respondia e ele acreditava que ela estava lá dentro. Lá pelas duas ou três da manhã, foi e soltou um monte de navalhas sobre a cama em que os dois estariam dormindo, mas como não estavam, não os mataram, e quando o diabo foi ver se estavam mortos, viu que não havia ninguém na cama e irritou-se muito e correu para contar o que se passara à sua mulher:

Ela disse:

-Pegue um cavalo e vá atrás deles!!

Porque o diabo tinha três cavalos. Um corria como a vista; outro corria como o pensamento e o terceiro corria ainda mais. O que corria como o pensamento levou Blancaflor e o seu noivo, e o diabo pegou o que corria mais e foi atrás deles.

Blancaflor e seu noivo já estavam muito distantes quando ela disse:

-Ali vem meu pai! Estamos perdidos!

E foi e transformou-se em parreira e uvas; o cavalo na lata e o jogador em vendedor de uvas .

Quando chegou o diabo perguntou ao vendedor de uvas:

-Viu passar por aqui um rapaz e uma moça a cavalo?

– Quer uvas? São boas! Boas pra diabo, boas pra diabo!!

– Não amola!

E o diabo voltou para casa e ao chegar lhe disse sua mulher:

-Seu idiota! A lata era o cavalo, a parreira com as uvas, Blancaflor, e o vendedor o seu noivo! Corra e veja se eles ainda estão lá!

O diabo voltou a correr

Eles seguiram caminhando um tempo mais até que disse Blancaflor:

-Ali vem meu pai!

E se transformou em Igreja, o cavalo nos santos e o jogador no padre a rezar a missa.

Quando chegou o diabo, perguntou ao que rezava a missa:

– Viu por um rapaz e uma moça a cavalo?

-Rezem a missa, rezem a missa que já é muito tarde!!

-Não amola!

E o diabo voltou para casa e ao chegar disse a sua mulher:

-Ah, idiota! A Igreja era Blancaflor, os santos o cavalo e o padre o noivo de Blancaflor!

Corre e veja se ainda os alcança!

E o diabo voltou a correr.

Mas Blancaflor se transformou num braço de mar e o diabo não pode passar e voltou para casa e já não os perseguiu mais.

E do outro lado do braço de mar estava casa do jogador, e ele disse à moça:

-Vou ir na minha casa e volto logo

-Vai, mas não deixe ninguém te abraçar, porque se alguém te abraça, você me esquece!

E quando entrou na casa, abraçou-se a ele uma cadela e ele a esquece, e decidiu casar com outra moça do lugar. Então Blancaflor se fez costureira e foi costurar na vila de seu noivo e todos moços diziam que em tal casa havia uma costureira muito bonita.

E foram dois moços e o jogador e pretendiam dormir com ela.

E foi um e ela disse que sim, e quando íam se deitar, ela o mandou esvaziar uma bacia cheia de mijo e passou toda a noite esvaziando a bacia e não pode dormir com ela.

E pela manhã lhe perguntaram os outros:

-Passou boa noite? Que tal se dorme com ela?

-Muito bem, muito bem!

E foi embora.

Na noite seguinte foi o outro e , quando se ía deitar, ela mandou que ele se lavasse numa tina e ele passou toda a noite se lavando.

E pela manhã, lhe perguntou o que tinha sobrado, que era o jogador:

– Passou bem a noite? Que tal se dorme com ela?

-Muito bem, muito bem

E aquela noite foi o jogador e , quando íam deitar, ela mandou que ele fechasse a porta e ele esteve toda a noite fechando e abrindo a porta até de manhã.

E para o outro dia era o casamento do jogador e convidaram Blancaflor, que levou um cavalinho. E o cavalinho dava nas pernas do jogador, que perguntou:

– O que é isso que me anda batendo nas pernas?

E a Blancaflor falou então:

– Aqui, quando se compra uma vaca e depois se compra outra, qual é aquela vale mais, a primeira ou a segunda?

E respondeu o jogador:

-A primeira.

E naquele momento lembrou que aquela era sua mulher e disse:

-Esta é a minha mulher, porque é a primeira e foi a que me salvou.

E foi embora com ela.

(Tradução: colaboração informal por Fernanda Lacombe)

Estórias como Medicina – Contos de Fadas, Mitos e Outras Pérolas

Mulheres correndo com os lobos e transformando a si mesmas e ao mundo!

Essa é a minha visão de um futuro próximo. Um futuro que se une ao passado através das histórias. Histórias-mapa que nos levam ao tesouro mais valioso: à nossa essência sagrada, ao nosso Sagrado Feminino. Saiba como!

Sou Erika, facilitadora de Círculos de Mulheres e Guardiã do Círculo feminino “A Senda da Deusa”. Atualmente meu trabalho está focado em ajudar mulheres a resgatar sua integridade e equilíbrio e a desenvolver seus infinitos potenciais e é por isso que escrevo esse artigo.  E é por isso que quero te contar que a cura para qualquer dano ou para resgatar algum impulso psíquico perdido está nas histórias.

Mas de que se trata o tal famoso “Sagrado feminino” que tanto se fala hoje em dia?

Bem, houve um tempo em que Deus era uma Deusa. Houve um tempo em que essa Deusa era venerada pelos seus atributos amorosos. Houve um tempo em que as mulheres eram adoradas por representarem a Deusa na terra.  Ora, se é a mulher que gera a vida, essa entidade criadora só poderia ser… uma entidade feminina.  Nesses tempos, não se tinha o conhecimento da participação de homem no processo de fecundação e, para as sociedades, a mulher era a única genitora do milagre da vida.

Por muitos e muitos anos, muito mais que você possa imaginar, as sociedades respeitavam e admiravam os atributos da Deusa e das Mulheres e, dessa forma, viviam harmonicamente em sociedades chamadas matrifocais ou matriciais. Nessas sociedades, mulheres e homens tinham funções bem definidas e as mulheres ocupavam um lugar de destaque, no “centro” dessa sociedade. Eram sociedades cooperativas e pacíficas, profundamente conectadas com os ciclos da natureza.

Mesmo sendo tempos distantes, eles foram muito significativos para humanidade e deixaram marcas em nosso inconsciente, no inconsciente partilhado pela humanidade chamado “Inconsciente Coletivo”.

O Retorno da Deusa

Destes tempos distantes, ainda recebemos a influência, mesmo que você não tenha consciência disso. Em meio a tanta guerra, competição e desavenças, o mundo está clamando por mais amor, por mais compreensão, por mais acolhimento. O mundo está clamando pelos atributos femininos outrora venerados. O mundo clama pelo abraço da Deusa, da mãe nutridora que existe em cada um de nós, mulheres ou homens.

Esse é o retorno da Deusa, esse é o retorno do Sagrado Feminino!

Cada vez mais, mulheres (e homens!) buscam nos círculos inspiração, desejosos de um espaço acolhedor: o “colo” da Deusa. As mulheres buscam regatar o seu Sagrado Feminino e o seu poder. Não se trata de um poder sobre o outro do modelo patriarcal, mas o poder sobre si mesma: sobre as suas qualidades, seus talentos, seus dons. Sua origem mais essencial de Deusa!

As Histórias como medicina

Hoje em dia, cada vez mais mulheres se reúnem em círculos, “relembrando” intuitivamente aqueles tempos. Nos círculos, em um espaço mítico e mágico, fazemos rituais, tessituras e… Contamos histórias!

Sim, é verdade: através de histórias podemos recuperar o sagrado.

Clarissa Pinkola Estés, em seu livro “Mulheres que Correm com Lobos”, nos traz verdadeiros manuais de como recuperar o sagrado nas mulheres.

Ela nos ensina que os contos de fadas, os mitos e as histórias proporcionam uma compreensão que aguça nosso olhar para que possamos escolher o caminho deixado pela natureza selvagem. Ou seja, um verdadeiro mapa para acessar a nossa essência sagrada.

Ela nos conta que as instruções encontradas nas histórias nos confirmam que o caminho não terminou, mas que ele ainda conduz as mulheres mais longe, e ainda mais longe, na direção do seu próprio conhecimento.

“Mulheres que Correm com Lobos” é um resgate das pérolas daqueles tempos que te contei no início desse artigo. De tempos de Mulheres Sagradas. Contos femininos que continham instruções sobre o sexo, o amor, o casamento, o parto, a natureza, a morte e a transformação e que foram perdendo a sua verdadeira essência ao longo dos tempos frente a nova cultura patriarcal cristã.

Foi assim que se perderam muitos dos contos, contos femininos iniciáticos, que desvendam o drama da alma de uma mulher e as ajudam a reconstruí-la.

Dentre centenas de histórias garimpadas durante décadas, Clarissa traz em seu livro uma seleção de contos que irão conduzir a mulher de volta ao seu lar sagrado, ao templo da sua alma.

Em um mundo sem computadores, sem redes sociais, sem livros e ainda, sem cartas, sem correio ou até mesmo sem escritas, a tradição oral foi a responsável por trazer até nós esse tesouro valioso: o tesouro que nos conduz a nossa essência sagrada e selvagem. Se foi possível naqueles tempos, será ainda mais possível nos tempos atuais. Será possível através dos Círculos de Mulheres. Será possível através da contadora de histórias que habita em nós. Será possível através da mulher desperta em VOCÊ!!

E o futuro se une ao passado através das histórias: histórias-mapa de mulheres sagradas e selvagens!

Eu sou Erika e assim falei!

Erika Mendel 

Terapeuta Especialista em Psicologia  Junguiana
Contato: 21 993173498

Se você sente o chamado selvagem, agende uma entrevista  e inicie essa jornada de autoconhecimento! Disponibilidade para atendimentos com valores social através de plataformas remotas. Venha! 

Correndo e dançando com os Lobos – Como acessar a sua verdadeira essência: a Alma Selvagem!

Sou Erika, sou mulher, sou sagrada. Sou loba e sou selvagem! Me descobri selvagem não tem muito tempo, embora saiba que sempre fui. Só que não sabia! Assim como eu, muitas mulheres ainda não se descobriram selvagens. Acho que é por que nem sabem o que significa ser selvagem. Bem, vou te contar como eu descobri, na certeza que você também pode descobrir a sua essência!

Antes, gostaria de compartilhar com você qual é a minha missão, pois assim você vai entender melhor esse contexto. Minha missão é “Facilitar, inspirar e compartilhar amor”. Atualmente meu trabalho está focado em ajudar mulheres a resgatar sua integridade e equilíbrio e a desenvolver seus infinitos potenciais. É por isso que reúno mulheres em Círculos para caminharem juntas através da “Senda da Deusa” (Caminho da Deusa) pois acredito no coletivo e na cura coletiva.

Há alguns anos, fui apresentada ao Livro “Mulheres que Correm com Lobos” por uma amiga terapeuta. Ela curiosamente falou que o livro seria para mulheres “acima de 30”. Na época não entendi o porquê, mas como já tinha uns 32, eu “me achei capaz”. E foi assim que descobri minha alma anciã, a minha sábia, a Baga Yaga interior, a minha La Loba que tudo sabe. Aprendi que não se trata de idade cronológica e sim de idade da alma. Se trata de iniciação.

E o que seria essa mulher selvagem?

Lá, nos meus 32 anos, te confesso que tive um pouco de dificuldade, pois meu conceito sobre selvagem era equivocado. Sei lá, associava a algo violento e pensava qual a vantagem de ser assim. Mas ao adentrar minha floresta interior através da leitura fui descobrindo o verdadeiro conceito da “mulher selvagem”.

Clarissa ao estudar diversas espécies, descobre nos lobos a essência da mulher:  Os lobos saudáveis ​​e as mulheres saudáveis ​​compartilham certas características psíquicas tais como o espírito lúdico, os dois são sociáveis ​​por natureza e possuem grande força e resistência. Duas espécies em conexão com a Criatividade, Vitalidade, Afetividade, Sexualidade e com a Transcendência.

Quando estamos na nossa natureza selvagem, nos tornamos nosso próprio oráculo pois nos contatamos com a nossa vida intuitiva, criativa, visionária e sabemos exatamente o que fazer. Já não somos mais alvos para predadores e nossa vida floresce: pessoal, relacional, profissional. Isso não é mágica. Isso é conexão!

E assim, o Livro se tornou tudo para mim…

Lágrimas, partilhas e muita dança. Sim! Fiz com que o livro dançasse e que as mulheres dançassem e cantassem, inspiradas em seus contos. Um grande baile, um baile inebriantemente transformador: “Mulheres que Dançam com Lobos”. Um trabalho de minha autoria, onde uso a Biodanza como metodologia para trazer para a vivência e para a corporeidade, o conteúdo potente do livro, de seus contos e das análises da Clarissa. Esse casamento, foi perfeito: “Mulheres que Correm com Lobos” e Biodanza, pois tanto Clarissa quanto Rolando Toro (criador da Biodanza) nos ensinam como reaprender as funções originarias da vida: OS INSTINTOS!

Já são mais de 500 mulheres de vários países, que passaram por esse processo de crescimento interior: dançaram com lobos, fizeram descobertas e puderam experimentar o florescimento da alma selvagem.

“Mulheres que Correm com Lobos” se tornou material didático, não só para esse trabalho como também para os meus círculos de vivências. Círculos Sagrados, onde cada personagem inspira a mulher, também sagrada, a recuperar a sua alma selvagem; onde cada personagem inspira a mulher a se voltar para sua vida instintiva, pois é lá que se encontra a sua sabedoria mais profunda.

Minha vida profissional se mescla com minha vida pessoal e a partir dessa alquimia profunda vou bebendo do néctar sagrado e selvagem, alimentando assim a minha alma-loba. Assim, vou honrando meus mestres, me aperfeiçoo e cresço. Cantando, correndo e dançando sempre na companhia do Lobos.

Eu sou Erika e assim falei!

Erika Mendel 

Terapeuta Especialista em Psicologia  Junguiana

Contato: 21 993173498

Se você sente o chamado selvagem, agende uma entrevista  e inicie essa jornada de autoconhecimento! Disponibilidade para atendimentos com valores social através de plataformas remotas. Venha! 

É verão, tempo de abrir o coração e sonhar!

Verão… ah.. o Verão (suspiros)!!! Quem não tem lembranças de algum verão passado, ou de alguma amor de verão! Roupa Nova já  nos inspirou “E verão, bom sinal, já é tempo…. de abrir o coração e sonhar!!”

Pois bem! O verão é o período de florescimento, no qual ocorre a expansão de tudo. Tudo atinge o seu ápice: o calor, a chuva, a colheita, as emoções e o clímax da expressão criativa;  a Terra nutre seus filhos e é simbolizada pela força do sol do meio-dia, que irradia calor em todas as direções e a energia vital manifesta o seu auge e resplendor.

O Verão está no inconsciente coletivo como energia, movimento e, consequentemente, como alegria! É o momento em que, nos encontramos plenos de energia, vitalidade e alegria após um longo período de frio, chuva, nevoeiro, dias cinzentos em geral, que, como é sabido de todos, acarreta, a longo prazo, tristeza e desânimo.

Aqui no Sul do Globo, e especialmente no Brasil e no nosso Rio Maravilha, embora tenhamos mais dias ensolarados e quentes ao longo do ano, nós, ao chegarmos ao Verão, somos convidados pela própria cultura das principais férias escolares do ano e de importantes datas festivas como o Natal e o Reveillon.  Querendo ou não, somos remetidos à ideia de recesso, feriados prolongados, que nos traz ainda mais a energia e vitalidade do Verão,  de liberdade, ousadia, praia, sol e muita alegria!!!! Nos sentirmos muito mais vontade de sair de casa (também, ninguém aguenta o calor dentro de casa!) e ver o movimento das  pessoas nas ruas, nas praias, nas praças, etc.

O sol é, sem dúvida alguma, o grande fornecedor dessa energia, vitalidade, movimento e, principalmente, da alegria que nos toma de forma arrebatador e assim, as pessoas depressivas tendem a sentirem-se muito melhores em seu humor em dias ensolarados de verão do que em dias frios e chuvosos de inverno.

Desta forma, podemos concluir que o verão é o momento mais apropriado para mergulharmos de cabeça em trabalhos de autoconhecimento e evolução pessoal, já que temos ainda mais energia para o movimento que gera transformações e, acima de tudo, percepções essenciais para esses processos do autoconhecimento.

E a Biodanza, como metodologia de vivências para o autoconhecimento, para um trabalho de mergulho no nosso inconsciente, é um caminho de excepcional riqueza, pois além de propiciar nossa expansão de consciência, propicia também um verdadeiro cultivar da alegria plena através dos movimentos da dança, a dança da vida!

É por essa razão que a Senda da deusa convida a todos e todas que desejem exercitar a alegria por meio dessa dança mágica, que, para além de tudo ainda propicia o autoconhecimento, não percam mais essa grande oportunidade:

É Verão!
TEMPO DE ABRIR O CORAÇÃO… E SONHAR!
PROGRAMA EM 3 AULAS, ATRAVÉS DA METODOLOGIA DA BIODANZA, A DANÇA DA VIDA.

VENHA DANÇAR A VIDA!  Garanta sua vaga clicando aqui

VENHA  EXPERIMENTAR UMA INTENSA E COMOVEDORA SENSAÇÃO DE ESTAR VIVO! VENHA CELEBRAR O PODER ENERGIZANTE DO ASTRO REI DANÇANDO, CANTANDO, SENDO FELIZ E DIZENDO SIM À VIDA!!!

Os estados depressivos, de falta de ânimo e a ansiedade já não encontram espaço num corpo cheio de vida! Trata-se de um delicioso convite à celebração da vida e evoca em nós a alegria, o entusiasmo, capacidade de expressão, criatividade e harmonia interior. Vamos aproveitar esse momento em que o Deus Sol está no auge de sua força e toda Natureza celebra o seu poder energizante! Quando nos movimentamos e damos chance de expressão ao nosso corpo, dizemos SIM a ele, afirmando que estamos VIVOS!!!

É Verão!
TEMPO DE ABRIR O CORAÇÃO… E SONHAR!
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VENHA DANÇAR A VIDA!

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Benção Mundial do Útero

Benção Mundial do útero

Cinco vezes por ano, milhares de mulheres em todo o mundo se reúnem para fazer algo extraordinário!!! A Benção Mundial do Útero, você  conhece?

Se trata de um incrível trabalho “A Worldwide Womb Blessing”   criado por Miranda Gray, autora de diversos livros que versam sobre este fantástico universo do Sagrado Feminino. Consiste numa meditação muito poderosa, em âmbito mundial, cujos objetivos vão desde curar memórias de traumas e feridas ao corpo feminino, amplamente registradas pelo útero, memórias estas que precisam ser transmutadas e limpas do nosso ser, até uma maior conexão com o Sagrado em nós por meio da nossa natural e forte conexão com a lua e suas fases! Funciona como uma sintonização na qual a energia dessa corrente womb blessing é canalizada para a participante num processo de conexão direta à energia da Grande Mãe!

Um círculo de Irmãs

A Benção do Útero acontece apenas cinco vezes ao ano e, em dezembro, o tema é o do Círculo de Irmãs.  Nesse encontro, são feitas orações para os círculos de mulheres em todo o mundo, para as irmãs da Womb Blessing e para cada uma de nós.

É uma poderosíssima meditação na qual essa comunidade mundial reza ao mesmo tempo por todas as mulheres!

Imaginem o poder de milhares de mulheres meditando e orando juntas em círculos por todo o planeta! É tanta energia que as mais sensíveis sentem todo o corpo vibrar de forma intensa durante o processo! Trata-se da experiência de sentir o florescimento da Grande Mãe dentro de nós, bem como da consciência do poder da energia de nosso útero! Essa energia de cura nos faz passar por um processo de “limpeza” de traumas de abusos e de dores vividas de maneira geral.

Felizmente há um espaço e um tempo marcados especialmente para a realização deste trabalho tão essencial de cura! Se você sentir o chamado para vivenciar uma experiência mais intensa e poderosa, há os círculos de Benção do Útero, com uma maravilhosa meditação guiada por uma moon mother, o que torna tal trabalho muito mais poderoso e intenso!

Este trabalho tão essencial e profundo que também pode ser feito no conforto da sua casa, bastando se inscrever no site www.wombblessing.com e atentarmos às orientações que receberemos.

É, de fato, incomparável viver essa experiência em um círculo de mulheres a vivenciá-la sozinha em casa! A força e o poder de uma círculo de mulheres são fenomenais! E podem, sim, mudar esse mundo para melhor!

Na Senda da Deusa, em Copacabana, Rio de Janeiro, teremos nesta semana, no dia 12 de dezembro, quinta-feira, às 19:30h, um círculo de Benção do Útero com a Moon Mother e facilitadora de círculos do Sagrado Feminino Erika Mendel, que, com ampla experiência e formação, conduz a meditação de forma amorosa e profundamente acolhedora, tornando este um evento imperdível para toda mulher que deseja vivenciar a Benção em sua plenitude e , assim, conectar-se com o sagrado que mora dentro de cada uma de nós!

Para se inscrever, acesse esse link e siga as instruções!

Círculos de Mulheres, um Porto Seguro

Círculos de Mulheres, um Porto  Seguro

Hoje em dia, ser mulher é quase sinônimo de ser Mulher-Maravilha! Imaginem como manter nossa harmonia, saúde física e emocional nesse mundo turbulento?

Olha só que paradoxo: nós mulheres somos pressionadas a sermos mães como se não trabalhássemos fora e… aomesmotempoetudojunto, somos pressionadas a trabalhar fora como se não fossemos mães! Ups, bugou!

Resultados: mulheres adoecidas por demandas de perfeição, e não apenas em sua atuação social – como mães e como profissionais – mas também, e sobretudo, no sentido de aceitar padrões de beleza, cujos parâmetros só são alcançados a custa de muita privação e até mesmo sofrimento físico e psicológico.

Não é à toa que as estatísticas mostram que as mulheres são as maiores vítimas da chamada “doença do século”, a depressão, que, normalmente, vem associada a outros transtornos como síndrome do pânico, crises de ansiedade, anorexia, bulimia, etc. Um homem que engorda muito, fica bem calvo, etc, não é tão desprezado pela sociedade quanto uma mulher da mesma idade desse homem que esteja com essas mesmas características.

A exigência mais brutal recai sempre sobre a mulher!

Essas exigências não são apenas com relação ao peso e à aparência física, mas também com relação à maternidade. O homem jamais é cobrado pela sociedade como pai da mesma forma que a mulher é cobrada como mãe! O peso das cobranças sociais sobre a mulher é gigantesco e, por isso, exaure e adoece a quase todas. Diante desse contexto tão difícil, que mulher não sente falta de um colo, de alguém que diga “aqui nós cuidamos de você”, “nós nos importamos com você”? Afinal, todas estão sobrecarregadas de expectativas, cobranças e muito, mas muito, trabalho!

Um Amparo afetivo!

É nesse ponto que entra a importância fundamental dos círculos de mulheres enquanto um porto seguro para todas as mulheres de todas as idades. O círculo nos acolhe e nos embala, nos aconchega e nos acarinha, nos fornece vínculos afetivos que nos amparam e acolhem a todas as nossas dores, e nesse acolhimento, depois do nosso desabafo e de ouvirmos as outras dores, os problemas se redimensionam, e passamos a ter outras perspectivas!

E mais: além desse amparo afetivo nos âmbitos emocional, mental e psicológico, temos também nos círculos de mulheres o trabalho energético-vibracional, que abrange o âmbito da espiritualidade, que conforta e aquece nossa alma, já que por meio de vivências de danças em roda que são verdadeiras orações, profundas preces, alcançamos o amparo espiritual que tanto faz falta nesse mundo de tanta correria e falta de conexão com a natureza e com a espiritualidade! Os círculos são movimentos em busca da cura da nossa alma feminina, submetida aos porões do nosso ser, por tantas pressões de um mundo capitalista que exige o máximo de produtividade e, cada vez mais, o ter em detrimento do ser!

Os círculos são movimentos das mulheres cujo propósito uníssono é o de resgate da “essência selvagem” que habita a alma de cada mulher (essência essa captada à perfeição por Clarissa Pínkola Estés em seu clássico “Mulheres que Correm com os Lobos”), bem como o de cura desse feminino ferido por um mundo apressado e cruel com as mulheres e suas necessidades mais básicas do seu ser mulher!

Venha participar de Círculos de Mulheres! Aqui na Senda da Deusa você encontrará…

♦ Um espaço de troca onda todas são ouvidas e respeitadas;

♦ Um espaço de vínculo afetivo onde recebemos continente e apoio;

♦ Um espaço segurança e amor para SER, integralmente, com as dores e amores que todas nós temos. Não somos as “únicas” a passar por isso! Isso é confortante!;

♦ Um espaço para se fortalecer e se empoderar;

♦ Um espaço de reconexão com o essencial, com a identidade sagrada, com a mulher selvagem!;

Venha caminhar com outras Mulheres! Participe dos nossos Círculos de Mulheres! Deixo esse convite com amor e carinho! Se inscreva no nosso grupo de Whats app e acompanhe a programação!

A Coragem de Dançar a Vida

 

Estamos vivendo uma crise crônica. Todos falam da crise econômica, não é? Mas tem uma crise que nos ronda que é ainda mais profunda e mais crônica:  a CRISE EXISTENCIAL.

Nesse mundo cada vez mais contaminado – além da contaminação literal de poluentes –  estamos contaminados por emoções, emoções essas que muitas vezes nos atiram em um poço fundo e escuro. Felizmente, ainda podemos ver uma saída lá encima. Felizmente ainda há um feixe de luz que desce e toca o nosso peito. Felizmente a corda, ainda, está acessível, bem alí.

A escalada de volta à luz acontece quando entendemos que essa subida somente pode ser feita por nós, que somente nós podemos iniciar essa jornada de regresso, que somente nós puxaremos essa corda e que ninguém pode faze-lo em nosso lugar. Serão nossos esforços que irão nos trazer  novamente as cores da vida fora desse poço!

Nesse mundo de consumo, o que não falta para consumir são terapias. Parece até que tem uma terapia para cada indivíduo no mundo . Gente se “formando” em um final de semana e além do diploma, recebem um pacote que é uma promessa de acabar com todos os “males” do cliente (sem nem acessar os próprios “males” do terapeuta). Um lindo pacote, um pacote que vem de fora, um pacote externo, INdolor, INodoro, INvisível, INtocável, INexplicável.. um profusão de INs, paradoxais, ficando  faltando  o IN “cereja do bolo”: a INteriorização, o mergulho em si mesmo onde TUDO acontece.

Já estou no caminho terapêutico há alguns anos, sempre estudando e me trabalhando. Houve um momento e uma decisão de escalar o poço. Um momento quanto tudo começou, quando iniciei a minha jornada de volta pra casa: esse momento foi a descoberta da Biodanza.

Desejo partilhar um pouco desse imenso potencial que é a Biodanza, mas imagina uma mãe falando de um filho. Ele será sempre lindo né? Por isso convidei uma aluna pra falar do seu processo. E é essa experiência que partilho abaixo com vocês!

Uma Jornada para o sentir! Por Flavia Belo

“O primeiro contato que tive com a Biodanza foi no curso “Eu Mulher Medicina”, um curso de formação de facilitadoras de círculos de mulheres do Sagrado Feminino, com a professora Érika Mendel. Confesso que, no início, achei um pouco infantil, algo lúdico demais para mulheres feitas, mas eu, ao mesmo tempo, entendia que mexer o corpo podia ser algo bem terapêutico. Até que a professora pediu que ficássemos em pares e dançássemos uma olhando com admiração a mulher diante da outra – olhar nos olhos da outra gerou em mim um incômodo em algum grau de intensidade – e que deixássemos a dança fluir em nós, procurando harmonizar os nossos movimentos com os da mulher à nossa frente. O incômodo do olhar me fez pensar: “afinal, porquê diachos estou com esse incômodo?”, o que, por si só, diminuiu em mim o incômodo  consideravelmente. Fui sentindo que até que era gostoso poder ver o movimento do braço da colega como uma onda e poder fazer com o meu braço a continuidade dessa onda, bem como foi bom sentir vontade de levantar bem alto os meus braços e sentir que a colega assim o fazia de forma fácil e fluida e, porquê não dizer, até prazerosa, já que deixava escapar um sorriso quase gargalhado, o que foi muito gostoso. Assim, fui percebendo meu corpo mais solto, com maior facilidade de se movimentar. A partir daí, fiquei muito curiosa, perguntei porque fazíamos essas danças e algumas das colegas, também alunas da Biodanza, me disseram do que se tratava.

Há vários tipos de vivências nessa dança, a do caminhar, a de roda, a de expressão livre, entre outras. Foi então que descobri que a biodanza se tratava de pequenas “vivências” e que não tinha um “treino” de uma “coreografia” e, mais uma vez, achei super estranho. Se não havia uma coreografia, pra quê servia a Biodanza? Afinal, todas as danças que conheço fazem coreografias para pequenas ou grandes apresentações, ao longo ou ao final do ano. Ao menos era assim que eu entendia a existência de um curso de dança. Mas aí refleti: “Bem, pensar assim é exagero meu, porque claro que há cursos de dança que não visam apresentações por serem apenas expressão corporal terapêutica”.

Foi nesse ponto que cheguei a sentir uma certa vergonha da forma utilitarista, bem típica de mentes consumistas e capitalistas, com que questionei a “serventia” desta dança. E claro está que, se estamos imersos num mundo em que as expressões precisam ter um valor econômico, uma utilidade prática, um “serve para isto” ou “serve para aquilo”, torna-se um desafio captar o valor dessa dança que não tem objetivos imediatistas nesse mundo onde tudo é acelerado a um tal ponto em que não sentimos mais nada, apenas corremos “contra o relógio” e não há tempo “a perder” Pois nos encontramos no frenético mundo capitalista do “tempo [que] é dinheiro”.

Segundo o site Wikipédia, o termo Biodança vem do espanhol biodanza, por sua vez oriundo do grego bio (vida) com o espanhol danza (dança). Literalmente, “dança da vida”,  e que consiste numa integração afetiva baseada em movimentos de dança com músicas cuidadosamente selecionadas que, por sua vez, promovem em nós uma espécie de catarse, através de  encontros não verbais dentro de um grupo.

Fui convidada por Érika Mendel, minha professora do curso de formação de Facilitadoras de círculos de Mulheres, a conhecer e praticar a Biodanza, também ministrada por ela na Senda da Deusa, em Copacabana, Rio de Janeiro. A princípio eu não entendia o porquê de algumas pessoas desabarem a chorar em algumas vivências, achava estranho, até que em uma dessas vivências, tocou uma música em espanhol, cuja letra falava sobre fragilidade do ser, ou algo do tipo, e o grupo estava abraçado e em roda, os corpos fazendo um leve balanço de um lado para o outro, no embalo da música, e eu senti, subitamente, as lágrimas brotarem nos meus olhos sem controle algum, elas vinham e caíam pelo meu rosto, copiosamente e, por fim, eu estava chorando de soluçar. Procurei controlar o volume do meu choro e de olhos fechados entrei em contato com o que eu estava sentindo e quis entender o porquê daquela letra e daquela dança terem evocado em mim tal sentimento. Não obtive resposta, até porque o desejo por respostas é o movimento racional do mundo lá fora, e pensei: “aqui dentro devo parar aqui nesse sentir e apenas isso, sentir”. E esse sentir, creio eu, pode dar ou não acesso a conteúdos do inconsciente, aqueles que, se não eventualmete acessados, irão eclodir, de uma forma ou de outra, em algum momento da vida, e pode ser de forma bem turbulenta e até dolorosa. Nesse sentido, vejo a Biodanza como uma mão que remexe o fundo de um lago e faz seu conteúdo vir à tona para que tomemos consciência dele e, então, por meio da consciência, possamos neutralizar possíveis manifestações mais agressivas de tais conteúdos no nosso dia-a-dia.

Rolando toro, chileno, criador da Biodanza, disse: “ Temos, pouco a pouco, esquecido a importância de coisas tão fundamentais para conseguir uma vida feliz como respirar, caminhar, comunicar nossas emoções e sentimentos, compartilhar, amar… Como dizer, nos esquecemos de sentir. A biodança pretende despertar estas funções inatas do ser humano que estão quase totalmente reprimidas em nossa civilização.

O fato é que, por meio desse sentir, reprimido pela pressa que reina atualmente, eu aprendo a integrar-me a mim mesma, ao outro e ao universo todo, inclusive ao mundo lá fora com suas altas expectativas e exigências, e assim, consigo lidar melhor com a pressão que este mundo nos impõe, entendendo que preciso respeitar meus limites e os dos outros, em busca de uma maior harmonia no convívio com meus semelhantes. Claro está para mim que, assim, não é exagero afirmar que a Biodanza, pelo trabalho constante com conteúdos do nosso inconsciente e pela integração dos seres, consiste na busca por um mundo melhor.”

Então,  coragem para sentir !! Esse é o sentido da jornada!

Temos 2 lindos grupos para te receber! Em Copacabana e no Recreio. Venha você também iniciar essa Jornada para o sentir! Agende a sua aula experimental!

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O Despertar da Deusa

Que mulher hoje em dia não deseja ardentemente se conhecer mais para se tornar empoderada?

Certamente, temos aqui uma unanimidade: todas as mulheres querem tomar posse de si mesmas, de conhecer todo o seu potencial feminino, por meio do autoconhecimento, para, assim, terem uma vida mais plena e feliz!

Por meio da observação dos arquétipos das Deusas gregas Perséfone, Deméter, Hera, Atena, Ártemis e Afrodite, cada uma com suas características e individualidades que, se pudermos integrar um pouco que seja de cada uma em nós mesmas, estaremos muito mais plenas de todas as possibilidades do ser mulher e, assim, empoderadas.

Cada mulher possui essas Deusas em si, mas sempre há um ou dois arquétipos que nos identificamos mais, enquanto os outros estão reprimidos ou são pouco perceptíveis, bem como há momentos da vida em que um arquétipo está mais dominante devido a uma determinada situação vivida, mas que, no geral, não costuma ser o arquétipo que mais se sobressai em nossa personalidade.

Precisamos buscar integrar em nós mesmas cada um desses arquétipos!

O fato é que precisamos buscar integrar em nós mesmas cada um desses arquétipos em nome da nossa expressão mais plena possível e para que tomemos posse da integralidade do ser mulher em nós, em todas as faces das Deusas, desses arquétipos em nós assumidos, para o nosso autoconhecimento e consequente empoderamento, alcançando a harmonia de viver as seis Deusas dentro de nós, extraindo o melhor de cada uma delas.

Assim, conseguirmos sucesso em todas as esferas da vida, o que não significa, de forma alguma, deixarmos de ser nós mesmas, mas ter as ferramentas para, em cada situação e desafio da vida, sermos ainda melhores, afinal, de que adianta ter um relacionamento incrível e uma vida profissional insatisfatória? Ou ter a saúde física e emocional prejudicada por se sentir pressionada a se dedicar apenas à busca de uma carreira profissional mais valorizada?

Pensando nisso, a Senda da Deusa vem propiciar essa vivência intensiva com os arquétipos das seis Deusas para que possamos mergulhar fundo em nós mesmas em busca da nossa alma integral, do nosso feminino profundo.

Para ajudar você nesse caminho de autoconhecimento, conduzo o trabalho DESPERTAR DA DEUSA através da metodologia da Biodanza, onde, nessa Roda das Deusas  giraremos em torno de cada uma delas na construção do nosso templo interior, em toda sua potencialidade de majestade e beleza da nova mulher inteira e plena que em nós habita, mas que se encontra aprisionada nos subterrâneos do nosso ser, num quarto cuja chave está bem ali na porta trancada pelo lado de dentro.

É chegada a hora, Mulheres! Levantem o olhar para o horizonte! Busquem a plenitude do ser mulher! Empoderem-se! E vivam plenas, livres e felizes!

Venha participar do Despertar da Deusa!

Clique aqui no link e saiba mais!

Como você está cuidando do seu feminino?

Você já refletiu o quanto da sua vida você se dedica à cuidar de você e do seu feminino?

Não estou falando aqui do seu feminino “superficial” como cuidar da beleza externa, fazer cabelo, unhas ou massagens estéticas. Estou falando de um feminino profundo, da mulher em seu aspecto mais essencial.

O feminino é uma energia de cuidado e de nutrição e que devem ser expressados  primeiramente com nós mesmas.  Um cuidado integral, que envolva de forma integral as dimensões de nosso ser. É extremamente importante cuidarmos de nosso emocional, espiritual, mental, vibracional e colocar tudo dentro, sejam emoções, sentimentos e pensamentos e  harmoniza-los em nós.

“Gine” vem do grego  “Ginos”, que significa “mulher”.  GINEcuidados Integrativos traz um sentido holístico dos cuidados femininos.

De que se trata os GINEcuidados Integrativos?

GINEcuidados Integrativos é um processo terapêutico-pedagógico de autoconhecimento que ensina a mulher sobre autocuidados a partir do contato com os aspectos femininos em si mesma,  por meio de tratamentos energéticos e vibracionais que envolvem meditação, cristais e aromaterapia que promovem a conexão com suas emoções e ciclos, despertando, assim, a sua curandeira interior.

Nesse período de transição, no qual as mulheres despertam para uma maior conexão com a natureza e com a busca pelo autoconhecimento, vemos surgir os tratamentos holísticos para suprir essa demanda por caminhos naturais e integrativos de resgate do sagrado feminino, rompendo com o padrão patriarcal de opressão aos aspectos femininos que são repudiados e fadados a serem sufocados na nossa sociedade, levando, cada vez mais, ao adoecimento físico e emocional das mulheres.

GINEcuidados Integrativos são indicados para qualquer mulher que deseja tratar corpo, alma e emoções e que acredita que, em seu ser, está tudo conectado.

GINECuidados Integrativos reúnem um conjunto de Terapias Holísticas e Psicológicas de forma sistêmica, aplicadas de forma regular e progressiva para despertar na mulher uma nova possibilidade existencial.

O convite é para que você tenha um espaço e um tempo regular para se dedicar a seu feminino. Imagine ter tudo isso a sua disposição 1 vez por semana?

Sincronização da Womb Blessing® Benção do Útero, The Womb Healing – Cura do Útero, Mesa Radiônica – O FEMININO, Limpezas Energéticas Uterinas, Cristaloterapia Com foco nas Patologias Femininas, Yoni Eggs, Essência Cristalina – Elixir de Cristais, Fórmulas da Alma, Terapia Menstrual, Aromoterapia.

Participe dessa jornada Terapêutica-Pedagógica de autoconhecimento e autocuidado, para se conectar com suas emoções e seus ciclos e despertar a sua curandeira interior.

Agende já seu horário! Aproveite e participe na Clínica Social da Senda da Deusa, e acessar o Seu Feminino Saudável com valores Super-Econômicos!

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Outubro Rosa chegou! Vai ficar de fora?

Outubro Rosa Senda da Deusa

A primavera chegou! Outubro chegou!

O que você acha que essas duas datas tem em comum?

A primavera marca o ponto de equibrio do tempo. O momento em que a força de vida, a Terra e a Natureza aparecem. Período em que a vegetação surge e cresce e que nós também sentimos a motivação para fazer as coisas moverem novamente em nossas vidas. É o despertar a força da ação em nós!

E outubro? Outubro é um mês que traz um movimento de vida em nós, pois nos lembra da importância do combate ao câncer de mama. Você sabia que apesar de curável, câncer de mama é o que mais mata mulheres no Brasil? O tumor cresce, duplica, em média, a cada três, quatro meses e o diagnóstico precoce favorece as chances de cura.

O câncer de mama é o tipo da doença mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, Segundo o INCA, eram são esperados  59.700 casos novos de câncer de mama no Brasil para 2019.

Você sabia quando foi criado o Outubro Rosa?

A história do Outubro Rosa remonta ao ano de 1997, quando entidades dos Estados Unidos começaram a fomentar ações voltadas à prevenção do câncer de mama, denominando como Outubro Rosa, a partir das quais se fazem alertas e conscientizações acerca da prevenção pelo diagnóstico precoce do câncer de mama, e, mais recentemente, do câncer do colo do útero.

As cidades se enfeitam com laços rosas para eventos como corridas, desfile de modas com sobreviventes (de câncer de mama), partidas de boliche, entre outros, e as campanhas nas redes sociais ampliam e muito esse alerta.

A popularidade do Outubro Rosa alcançou o mundo de forma bonita, elegante e feminina, e hoje em dia, cidade ao redor do mundo se enfeitam com laços rosas para eventos como corridas, capricham na iluminação cor-de-rosa de famosos monumentos, como, por exemplo, o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, motivando e unindo diversos povos em torno da causa. A iluminação em rosa assume importante papel, tornando-se uma leitura visual compreendida em qualquer lugar no mundo.

No Brasil, as campanhas de conscientização sobre o câncer de mama acontecem desde 2002 e a partir de 2011 sobre o câncer de colo do útero em diversos estados. Há, entretanto, muita desinformação nas campanhas pelas redes sociais, principalmente com relação ao autoexame, que não é considerado suficiente para detecção precoce da doença. Embora tocar o próprio corpo seja uma poderosa ferramenta de empoderamento da mulher com relação a sua saúde, não substituiu a mamografia, por exemplo. Dados do Instituto Nacional do Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA) apontam que apenas 2,5 milhões de mamografias foram realizadas em 2014, equivalente a uma taxa de 24,8%, bem menos do que os 70% recomendados pela OMS.

A Senda da Deusa apoia essa ideia!

A Senda da Deusa também apoia o Outubro Rosa e todos os seus eventos do mês de outubro também se vestiram de rosa e colocaram fitinhas para que as mulheres se lembrem desse importante movimento!

Clinica Social:

Em Outubro estamos inaugurando o serviço da Clinica Social, com atendimentos às sextas-feiras. O objetivo da clinica social é o de viabilizar um atendimento de qualidade para mulheres com dificuldades de arcar com o custo padrão de  tratamentos psicológicos e/ou holísticos e energéticos.

Serviços oferecidos na modalidade clínica social:

Terapias holísticas como GINEcuidados Integrativos, psicológicas através da Análise Junguiana Com ênfase da Psicologia Arquetípica Feminina e Contos de Fadas e coaching através do Programa Perdida Nunca Mais.

Os tratamentos são semanais, no dia de sexta-feira, com a duração de 40 minutos em horário fixo. Valor de cada atendimento é de R$ 70 e deve ser pago no final de cada sessão.

Garanta aqui o seu horário!

Roda de Cura do Sagrado Feminino 

MAMArosaReconexão com afeto, entrega e doação femininos

Nossas mamas representam a Feminilidade e afetividade, assim como a nossa capacidade de entrega e doação. Apoiando o movimento mundial Outubro Rosa, convidamos as mulheres para uma reconexão com essas temas convidando-as à um movimento de autonutrição!

A próxima Roda de Cura será dia 12/10 dás 15h as 18h, em Copacabana

Faça sua inscrição aqui!

Benção Mundial do Útero

Cinco vezes por ano, milhares de mulheres em todo o mundo se reúnem para fazer algo extraordinário. Nesse mês o tema mundial será: Aceitando a Sexualidade.

É hora de permitir que a flor de nossa sexualidade se abra e que nós a aceitemos em toda a sua beleza e possamos aproveitarmos como ela naturalmente se expressa em nossas vidas. Livres do medo, das limitações e das expectativas, podemos descobrir nossa verdadeira sacralidade sexual.

Faça sua inscrição aqui!

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